Por que sempre ter uma ideia fixa? Por que não se dar a chance de pensar diferente? Quando se vê os vários prismas, você tem a chance de mensurar o que vale mesmo a pena, se a ideia primária ou as posteriores. Sou eu, Kézya Cristhina! Com Ideia Vaga!
sábado, 31 de outubro de 2015
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
O chiclete embaixo da carteira é culpa de quem?
Não dá mais para esconder. A educação no Brasil está mesmo de mal a pior. Nossos estudantes brasileiros lideram o ranking de indisciplina na sala de aula, conforme um relatório da Organização para cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). E o resultado todos nós já sabemos. O mau comportamento estudantil prejudica a aprendizagem, a absorção de conteúdos.
No ano de 2014, a mesma organização fez uma pesquisa com mais de 100 mil professores e diretores de escola de 6º ano 9º anos e ensino médio. A conclusão foi a de que o Brasil também lidera o topo no ranking de violência no ambiente escolar. Em uma entrevista ao site da BBC Brasil, Dirk Van Damme, chefe da divisão de inovação e mediação de progressos em educação da OCDE, comentou que "a escola hoje está mais aberta à sociedade. Os alunos levam para a aula seus problemas cotidianos."
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Local: Rio Verde, Goiás, Brasil
Rio Verde, Rio Verde - GO, Brasil
quarta-feira, 21 de outubro de 2015
Seu filho deve aprender que não é o centro do mundo , do blog Tudo sobre minha mãe, por Fabiana Santos
Hoje abri um face e acabei clicando numa postagem que me direcionou para um blog que ainda não conhecia. Ele se chama /tudosobreminhamae.com/
Há nele uma entrevista com um pediatra chamado Daniel Becker. Eu simplesmente fiquei radiante ao perceber que o meu pensamento sobre criação de filhos não é única. Há mais gente que pensa semelhante a mim. Muito bom!
Estou colocando aqui a entrevista que tirei desse blog. Atenção: Esse material é todo do Blog Tudo Sobre Minha Mãe. Decidi compartilhar aqui como uma forma de homenagear este blog por tão interessante entrevista! As honras e os créditos são todos para o criador dessa página virtual.
O pediatra Daniel Becker é o criador da Pediatria Integral: um conceito de que a criança precisa ser vista de forma mais abrangente. Não é apenas tratar e prevenir doenças, mas cuidar do bem estar emocional, social e até espiritual da criança e da família. São 20 anos de experiência de consultório no Rio de Janeiro. Formado pela UFRJ, ele é especialista em Homeopatia e mestre em Saúde Pública. Médico do Instituto de Pediatria da UFRJ, ele foi pediatra da Médicos sem Fronteira em campos de refugiados na Ásia e fundador de uma ONG, o CEDAPS, Centro de Promoção da Saúde, com atuação em comunidades carentes.
Becker é um apaixonado pela profissão e conta que ao olhar sua trajetória se diz satisfeito pelas escolhas que fez. Ele é separado, pai de dois filhos, um menino de 17 anos, roqueiro, e uma menina de 20 anos, psicóloga. “Eles são muito bacanas. Tenho muito orgulho deles”, diz o médico. Com tantos compromissos, entre palestras e consultas, ele abriu gentilmente um espaço na agenda para responder às minhas perguntas.
segunda-feira, 19 de outubro de 2015
Cedo ou tarde... E as nossas descobertas!
Talvez cedo, talvez tarde, não sei qual o momento do clique; mas chega um dia em que você percebe que toda a correria que você vive não vale assim tão a pena!
Descobre que se empenhar no trabalho é muito importante, porém se matar por ele, virar madrugadas, perder fins de semana não lhe vai trazer benefício algum.
Percebe que o tempo que você passa olhando a telinha de um celular é tão sem importância, porque a maioria das mensagens que estão ali não são destinada para o seu bem-estar, o seu crescimento físico, mental ou emocional.
Compreende que poucas as pessoas que estão ao seu redor que são mesmo especiais, têm o seu valor, fazem realmente bem para você.
Chega à conclusão de que precisa ouvir mais música e menos reclamações, ouvir mais os pássaros e menos o som da TV, ouvir mais a voz de sua família e menos a voz dos que lhe influenciam.
Descobre que a ansiedade pelo dia de amanhã, pelo próximo mês, Natal, Ano Novo não resolverá em nada. O que virá, virá. E somente alguns acontecimentos você poderá evitar. Contudo, o que tiver de acontecer, vai acontecer, não importe o quanto você lute contra.
Analisa que muitas de suas escolhas não eram tão importantes assim. Você poderia ter dado mais valor a outras. E percebe também, que a maioria delas trouxeram para sua vida ou alegria, ou desgosto.
Um dia você concretiza que os seus maiores amigos são Deus e você mesmo. Vê que, se você escolheu os sábios ensinamentos das Escrituras e os colocou em prática, não há o que temer. A colheita é sempre proporcionar ao que você semeou.
Entende que a maior herança que deixa para o mundo não é a material, mas a do seu caráter e o reflexo dele em suas ações.
Um dia , cedo ou tarde, você descobre que a vida não é tão complicada assim. Na verdade, somos nós que a complicamos.
Talvez... se a descoberta foi feita cedo, ainda há chance de ver o sol se pôr, ver a chuva cair, ver o sorriso das crianças, ouvir o idoso, ler um bom livro, viajar e conhecer novos horizontes, amar e servir aqueles que precisam de você!
Talvez... se a descoberta foi feita tarde, ainda há uma chance, uma pequena chance... de se arrepender e escolher viver os poucos dias que resta em paz consigo mesmo, com a família e com Deus!
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
Para que tanta Ritalina, Rivotril, Gardenal nas escolas?
Tudo bem, sou um pouco leiga sobre o assunto, mas me assusta a quantidade de crianças que são diagnosticadas com algum tipo de distúrbio e/ou transtorno e passa a ir para escola acompanhada de um rótulo e de um remédio.
A sensação é que a maioria de nossas crianças veio com defeito de fabricação ou desenvolvimento e que, agora, precisam de alguma droga química para fazer parte de um mundo "normal"! Será bem assim?
A verdade é que os adultos crescem, os adultos viram robôs e passam a pensar que as crianças também precisam ser assim... E dá-lhe "comprimidinhos"!
Diálogo adaptado
E é isso a que a comunidade escolar, principalmente, professores assistem todos os dias. Crianças sonolentas, crianças lentas, crianças indispostas tentando ser adequar-se aos padrões da moderna modalidade de aquisição do conhecimento.
E como é essa modalidade? Ela é uma tempestade de informações que vêm sendo obrigatoriamente inseridas na mente das crianças, sem que elas tenham tempo para digerir tudo, refletir sobre o que se aprendeu, analisar as verdades, os pontos críticos, perceber o que para ela é ou será útil ou não. E a consequência dessa enxurrada de informações é devolvida para o professor , para o coordenador, para o diretor em forma das seguinte perguntas?
_ Por que mesmo eu tenho que estudar isso?
_ Quando vou usar isso na vida?
_ Vamos fazer uma aula diferente hoje?
O que de fato esses questionamentos traduzem numa linguagem real é: Quando eu poderei agir como uma pessoa normal? Quando eu poderei fazer o que a minha idade sugere que eu faça? Por que eu preciso apresentar tanto resultado, tantas notas, tanto orgulho para os meus pais? Por que não posso usar o meu cérebro mediante à capacidade que ele tem? Por que não posso aprender no ritmo do meu crescimento fisiológico e neurológico? Por que eu tenho que seguir o ritmo dos meus coleguinhas e não o meu?
Não sei não, mas acho algo muito estranho essa história de tantas crianças precisarem levar laudos para as escolas e tomar tantos remédios! Essa pulga insiste em não sair detrás da minha orelha!
Não é tão estranho para você também não?
Falaremos mais sobre esse assunto! Quem sabe um dia a pulguinha resolva ir embora!
Kézya Cristhina
quarta-feira, 30 de setembro de 2015
O que a idade não conta...
É... hoje é mais um dia para a celebrar a vontade de Deus de há muitos anos atrás.
É... hoje é o dia em que os números cronológicos dizem que o tempo passa.
É... hoje é o dia em que confirmo quem se importa comigo de verdade.
É... hoje é o dia em que a felicidade opera durante as 24 horas.
É...
Hoje é o dia do meu aniversário!
Tudo bem! Todos passam por isso! Todos amam este dia!
Eu também!
Poderia ser um dia de preocupação... Ah, a vida está passando...
Contudo a contagem numérica não me assusta!
O cálculo desses dias só me fazem lembrar que a soma deles é positiva.
São mais alegrias que tristezas!
São mais vitórias que fracassos!
São mais conhecimentos que ignorâncias!
São mais fé e confiança do que incredulidade!
É o dia de acreditar que novas chance de seguir em frente Deus me deu!
É o dia de renovar as forças e acreditar que Ele acredita em mim!
É o dia de entender que a minha vida tem um propósito a ser cumprido!
É o dia de agradecer porque até aqui me ajudou o Senhor!
A idade não conta, porém... O corpo conta! As experiências contam! As companhias contam! A memória conta! A história conta!
E afinal, quem é que conta então?A alegria propaga!A esperança anuncia!O amor grita!A fé brada!
Kézya Cristhina S. C. Freitas
segunda-feira, 21 de setembro de 2015
Homenagem a minha ex-aluna!
Kézya Cristhina
quarta-feira, 16 de setembro de 2015
Por que a gargalhada de um bebê tem mais de 4 milhões de visualizações?
https://www.youtube.com/watch?v=JZmSzXJvAs8
Recente um casal postou no seu canal do youtube um vídeo de sua pequena garotinha assustando o seu pai, enquanto ele tentava cortar-lhe um canto da unha. Tudo normal. Coisa de criança! Coisa de pai!
Mas, por que, incrivelmente, em poucos dias o vídeo ganha mais de 4 milhões de visualizações? É apenas uma situação cotidiana vivida por pais!
A razão é muito simples. Somos humanos carentes de sorrisos sinceros, gargalhadas espontâneas que não foram pagas para se ver e ouvir!
Somos carentes de verdades, somos carentes de sabedoria paterna, somos carentes de situações verdadeiras, não ensaiadas!
Por isso um vídeo tão simples torna-se viral!
Num sociedade tão maquiada, somos carentes de naturalidade!
sexta-feira, 11 de setembro de 2015
Crônica da Generosidade
Era uma vez...
Em uma cidade pequenina, não tão valorizada assim por conta de sua extensão populacional, existia uma família que sempre se esforçou para ser gente de bem.
O pai e a mãe, mesmo com as poucas condições de vida que tinham, faziam o possível para ensinar aos filhos respeito ao próximo, bondade, obediência, retidão e muitas outras virtudes já esquecidas em muitas pessoas.
O fato é que os filhos foram crescendo, tomando um rumo para suas vidas, mas não perderam os bons ensinamentos dados por seus amados pais. Eles se tornaram também pais e mães de famílias felizes.
Porém, não se interessa contar nesta história sobre os filhos. Os personagens principais são o pai e a mãe. Como é sempre comum, conduzir uma família nem sempre é fácil, principalmente se o dinheiro é contado, se as chances de adquirir bens mais valiosos, fazer viagens interessantes, dar lindos presentes aos filhos, comer em restaurantes refinados não fazem parte das opções da vida dessas pessoas.
Embora houvesse muitos obstáculos, esses simples pais conseguiram dar aos seus filhos não aquilo que materialmente é valorizado, mas encucaram neles o dever de ser homem e mulher de valor, de adorar e servir ao Criador não por aquilo que Ele provê, mas por aquilo que Ele É, independente das circunstâncias.
E qual é o desfecho de tudo isso? Aquele que busca fazer o bem, recebe o bem de volta e não só isso, mas muito mais do que se pode pedir ou imaginar. As escolhas dos pais para a vida de seus filhos foram retribuídas.
Dias, semanas e anos se passaram, e esse casal colhe ainda frutos de suas ações plantadas com generosidade na vida de seus filhos e das pessoas que os rodeiam. Ele pode escolher o seu destino e viajar em paz, porque sabe que sua prole sabe se cuidar. Ele pode fazer festa, já que têm a clara certeza de que pessoas estarão ali para celebrar com ele qualquer vitória, qualquer alegria, qualquer situação, seja ela especial ou não.
Os dias já são muitos na existência desse pai e mãe. Muitas tempestades já viram e viveram. Muitos desertos já atravessaram. Contudo se percebe nessa dupla "comum", a presença da grande mão abençoadora do Pai Celestial sobre sua vida.
E o final feliz é por que agora, esse homem e essa mulher só vivem para saborear os bons frutos de tudo que foi plantado ao longo da vida?
Não! Eles agora têm mais razões para continuar sendo generosos! Eles sabem que a generosidade não é uma ação que se faz só enquanto precisa ensinar os filhos sobre a vida. Eles têm consciência de que ser generoso independe de tempo. Eles sabem que a generosidade não é egoísta, mas que ela vai além das quatro paredes e se torna mais linda ainda quando praticada na vida daqueles que não se prendem por laços sanguíneos ou por gratidão por algo feito anteriormente.
Esse papai e essa mamãe são generosos porque sabem que as muitas virtudes devem ser não um acessório, mas um pedaço de tecido indispensável no vestuário daqueles que receberam o dom gratuito da vida.
E uma nova pergunta surge. Essa história não é de muito, muito tempo atrás?
Não!
Essa história, acredite, é bem atual! Existem neste mundo, pessoas que estão dispostas a viver e praticar algumas ações preciosas que foram perdidas com o tempo! Há gente que, verdadeiramente, ainda quer se à imagem e semelhança do seu Criador!
Lembrai-vos: “aquele que pouco semeia, igualmente, colherá pouco, mas aquele que semeia com generosidade, da mesma forma colherá com fartura”. 2 Coríntios 9.6
Kézya Cristhina S. C. Freitas
Minha singela homenagem aos meus INCRÍVEIS pais! Papai e mamãe, amo vocês!
Continuo aprendendo com seus exemplos!
quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Um brasileirinho que me encanta!
Hoje é dia de fazer um comentário sobre esse garotinho que me conquistou com essa tirinha que li dele! Foi amor à primeira leitura!
Ele é o Armandinho. Para os mais íntimos, Dinho!
A família de Dinho é composta por alguns personagens fixos. A sua irmã é a Fê, seus pais são representados apenas pelas pernas e o sapo, seu bichinho de estimação.
O seu criador se chama Alexandre Beck! Ô homem criativo! Em uma entrevista, seu autor comentou que sua intenção principal " não é fazer humor - apesar de ele conseguir isso também - mas suscitar reflexões e discussões de assuntos importantes, como a preservação da natureza e os preconceitos da sociedade, por exemplo. As metáforas e os jogos de palavras estão sempre presentes nas historinhas do menino e ajudam, de forma leve e despretensiosa, a alcançar esse objetivo."
Segue alguns trechos de uma entrevista concedida por Alexandre, ao site Enredo Conteúdo Criativo.
Em 2009, por obra do acaso e do curto prazo de criação, nascia o menininho ainda sem nome que, meses mais tarde, tomaria o lugar da República e passaria a se chamar Armandinho, batizado por uma leitora, que justificara dizendo que o personagem estava sempre “armando alguma coisa”. Entre as tantas sugestões de nome recebidas pela redação do jornal, esta foi a que mais agradou o autor, porque além do nome, poderia usar o apelido, Dinho. “Eu gosto de nomes curtos e o apelido me facilitaria quando precisasse de espaço nas tiras”, conta. A seguir, você confere uma entrevista com Beck, contando mais sobre criador e criatura.
ENREDO CONTEÚDO CRIATIVO - Há quanto tempo você criou o Armandinho? Ou seria “concebeu” a palavra certa? De onde surgiu essa ideia?
ALEXANDRE BECK - O Armandinho praticamente apareceu “no susto”, em 2009. Na ocasião eu fazia tiras com outros personagens para um jornal, quando me pediram três tiras para ilustrar uma matéria sobre economia familiar, pais e filhos, que seria publicada no dia seguinte. Não havia tempo e meus personagens não se encaixariam na proposta da matéria. Para resolver o problema – e não negar o pedido da redação – usei o desenho de um menino que tinha pronto, de um outro trabalho. Risquei pares de pernas para representar seus pais e fiz as tiras. Seis meses depois troquei os personagens que fazia por este, que depois veio a se chamar Armandinho.
ECC - Por que um sapo de estimação ao invés de um cão ou gato?
AB - Estimar vem de gostar. O personagem e eu estimamos pessoas e animais. Tenho minhas críticas em relação a ser “dono” de outro ser, ter o outro como propriedade. O sapo é amigo, por assim dizer, do Armandinho. Ele apareceu por acaso, em uma sequência de tiras, e acabou ficando. É interessante, porque posso com ele trabalhar preconceitos, abrir possibilidades e linhas de pensamento.
ECC - Você acredita que pra mudar o mundo a gente precisa criar Armandinhos de carne e osso?
AB - O mundo está sempre mudando, por ação ou omissão de cada um de nós. Nos cabe parar pra refletir e perceber o que queremos e para onde estamos indo. Tenho encontrado muitos e muitos “Armandinhos” de carne e osso de todas as idades por aí. E sei que há muitos mais, prestes a despertar.
http://www.enredoconteudocriativo.com.br
São já muitos livros publicados e adquiri-los não é perda de tempo e dinheiro. A leitura agrada tanto a crianças, adolescentes, jovens quanto adultos.
ENREDO CONTEÚDO CRIATIVO - Há quanto tempo você criou o Armandinho? Ou seria “concebeu” a palavra certa? De onde surgiu essa ideia?
ALEXANDRE BECK - O Armandinho praticamente apareceu “no susto”, em 2009. Na ocasião eu fazia tiras com outros personagens para um jornal, quando me pediram três tiras para ilustrar uma matéria sobre economia familiar, pais e filhos, que seria publicada no dia seguinte. Não havia tempo e meus personagens não se encaixariam na proposta da matéria. Para resolver o problema – e não negar o pedido da redação – usei o desenho de um menino que tinha pronto, de um outro trabalho. Risquei pares de pernas para representar seus pais e fiz as tiras. Seis meses depois troquei os personagens que fazia por este, que depois veio a se chamar Armandinho.
ECC - Por que um sapo de estimação ao invés de um cão ou gato?
AB - Estimar vem de gostar. O personagem e eu estimamos pessoas e animais. Tenho minhas críticas em relação a ser “dono” de outro ser, ter o outro como propriedade. O sapo é amigo, por assim dizer, do Armandinho. Ele apareceu por acaso, em uma sequência de tiras, e acabou ficando. É interessante, porque posso com ele trabalhar preconceitos, abrir possibilidades e linhas de pensamento.
ECC - Você acredita que pra mudar o mundo a gente precisa criar Armandinhos de carne e osso?
AB - O mundo está sempre mudando, por ação ou omissão de cada um de nós. Nos cabe parar pra refletir e perceber o que queremos e para onde estamos indo. Tenho encontrado muitos e muitos “Armandinhos” de carne e osso de todas as idades por aí. E sei que há muitos mais, prestes a despertar.
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